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A qualidade das nossas emoções molda a qualidade da nossa vida

A gente acorda achando que vai lidar só com tarefas. Café, mensagens, reuniões, trânsito, contas. Mas, sem perceber, também leva para o dia aquilo que está sentindo. Leva a impaciência no tom de voz. Leva o cansaço no olhar. Leva a esperança nos gestos pequenos. Emoções não ficam guardadas — elas vazam.


Tem dias em que tudo parece irritar. O atraso do outro, o comentário atravessado, o jeito diferente de fazer as coisas. E, curiosamente, nesses dias, o mundo parece mais difícil. Talvez não seja o mundo. Talvez seja o que estamos tentando segurar por dentro. Porque aquilo que a gente resiste, insiste. O que não é olhado encontra outro jeito de aparecer.


As emoções não ficam restritas ao nosso mundo interno. Elas atravessam o corpo, influenciam nossas escolhas, afetam nossos relacionamentos e constroem, aos poucos, a forma como experimentamos a vida. Aquilo que sentimos não é apenas uma reação ao mundo — é também uma maneira de nos colocarmos nele.


Emoções são contagiosas. Elas se comunicam pelo olhar, pelo tom de voz, pela postura, pela presença. Por isso, não é apenas o que dizemos que impacta o outro, mas o que carregamos emocionalmente enquanto dizemos. Muitas vezes, aquilo que resistimos em nós continua se manifestando. O que não é acolhido tende a se repetir — em forma de irritação constante, conflitos recorrentes, exaustão emocional ou sensação de estagnação. Não como punição, mas como um pedido de escuta.

Você tem se escutado com a atenção que merece?

Às vezes, o que mais incomoda nos outros é só um espelho mal posicionado: mostra algo nosso que ainda dói, que ainda confunde, que ainda pede cuidado. Não para culpar, mas para entender. Não para se julgar, mas para se escutar.


Existe uma escolha silenciosa que fazemos todos os dias: como vamos nos sentir diante do que nos acontece. Não é escolher alegria artificial, nem negar tristeza legítima. É escolher responsabilidade. É perceber que o jeito como sentimos constrói o jeito como vivemos. E, sem perceber, o jeito como fazemos os outros se sentirem também.


Talvez viver seja isso: aprender a cuidar daquilo que emana da gente. Não para controlar tudo, mas para não viver no automático. Para não repetir histórias sem perceber. Para não transformar dor em rotina.


E se você tem sentido que algo se repete — nos relacionamentos, no trabalho, na forma como reage — talvez não seja coincidência. Talvez seja um convite.


  • Um convite para se escutar.

  • Um convite para se compreender.

  • Um convite para escolher viver com mais consciência emocional.


Se você sente que está carregando mais do que consegue elaborar sozinho(a), a psicoterapia pode ser esse espaço de pausa, reflexão e reconstrução.


Agende sua sessão.


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